A carreira esportiva é intensa, pública e curta. A transição não começa apenas quando o contrato termina: começa quando o atleta aprende a reconhecer competências, organizar escolhas e construir uma identidade que não dependa exclusivamente do desempenho em campo.
Experiência vivida, orientação responsável
Kleber Guerra conhece a passagem de atleta para novas funções porque percorreu esse caminho. Depois do gol, buscou formação, viveu a gestão, aprofundou-se em marketing esportivo e construiu uma carreira na comunicação. A orientação parte dessa experiência, mas respeita a história, o momento e os objetivos de cada pessoa.
Frentes de trabalho
Quem sou além do atleta?
Reconhecimento de competências, interesses, valores e experiências transferíveis.
Preparar a próxima fase
Organização de possibilidades, prioridades, formação e rede de relacionamentos.
Reputação e presença profissional
Comunicação coerente da trajetória, sem apagar a história e sem ficar preso a ela.
Novos papéis no esporte
Leitura de caminhos em comunicação, gestão, formação, negócios e projetos.
Para quem é
Atletas em atividade que desejam se preparar, profissionais em fase de encerramento de carreira e ex-atletas que precisam reorganizar sua experiência para iniciar uma nova etapa.
A orientação não substitui acompanhamento psicológico, jurídico, financeiro ou educacional especializado. Quando necessário, esses profissionais devem integrar a rede de apoio do atleta.
Formatos possíveis
- Encontros individuais de orientação
- Conversas com atletas e familiares
- Programas para clubes, federações e associações
- Palestras e oficinas sobre transição de carreira
